apesar de pertencer ao mundo animal
e entender que os filhotes são do mundo
e não da gente,
Letícia sente seu coração se apertar de saudades
dos filhotes que foram pra praia e pra montanha
Drinda, que não consegue ver ninguém sofrendo
sem procurar uma solução
tem uma idéia brilhante
e envia Letícia pra casa da Luiza,
filha da Veri e do Chupança
que moram em São José dos Campos
assim a coelhinha fica no meio do caminho
pra poder visitar todos os filhotes
e ainda iria acompanhar o crescimento
de Luiza
a moreninha mais fofinha do Vale do Paraíba!
Diana é uma coelha bacana, que tem cara de banana e gosta de chupar cana. Neste blog você irá acompanhar as principais as aventuras de nossa amiga coelha e de outros animais e personagens. São histórias coti-Dianas! espero que goste da nossa querida que sempre segura sua margarida!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Os filhotes crescem e escolhem suas casas
Como sempre acontece no mundo dos coelhos, os filhotes rapidinho viraram crianças, brincaram muito no gramado da casa da Drinda, da Grômia e do Fernando e mais rápido ainda se tornaram jovens donos de seu próprio destino.
Cada um escolheu o que queria ser e no dia 13 de maio, dia da libertação, eles se despediram de seus pais e partiram pro mundo:
Cleomar queria o mar, seu sonho era ser marinheiro e lá se foi ele em busca de aventuras no veleiro do Claude. Nas horas de repouso, ficava na casa do Jorginho Maratonista, em Itamambuca entoando canções de piratas com o papagaio do Jorginho.
Cleonor queria espalhar amor, e se mudou para o corredor do apartamento da Giulia em Campinas, para abençoar e iluminar todos que por ali passassem.
Cleorônia era baladeira, e resolveu ir fazer companhia para a vò Grômia. Elas passeavam pelos bares e discotecas da região e para descansar assistiam muitos filmes que o Nil trazia de seu computador mágico.
Cleonel já se simpatizou com os pais de Fernando e com o Hotel Casarão. Encontrou um cantinho ao lado da pedra grande do laguinho do hotel e por lá ficou, protegendo o patrimônia de Fernando.
Caetê era uma coelhinha fazedeira, gostava de limpar, lavar, pintar, costurar, bordar e criar coisas bonitas. Quando conheceu a Tetê e o Bóris, não teve dúvidas e mudou para a chácara onde morava a Nossa Senhora Aparecida e a Barbie.
Cleonick achou melhor ficar perto de sua mãe e de sua avó e escolheu continuar na casa de Yannick. Aprendeu a tocar violão e pandeiro, a jogar tênis, a brincar no tecido da sala, a nadar e jogar futebol pelo gramado verdinho da Chácara Cavalinho Pucareno.
Cleorraio foi para perto de seu irmão Cleomar em Itamambuca. Mas não queria velejar, queria surfar e jogar futebol com o Caio. Cleorraio era rápido e esperto e conseguia surfar e correr na velocidade da luz.
Cleomã era gêmea de Cleorraio e não quis se separar dele. Além disso gostava de estripulias, de escorregar no cano de bombeiros que tinha na casa do Caio e do Luan, seu melhor amigo. Luan pela primeira vez, aprendeu a cuidar bem dos animais e tratava Cleomã com muito carinho, contando pra ela histórias da vida e da morte.
Cleomé estava sempre com calor. Gostava de montanhas e ar fresco e foi aí que Drinda teve a idéia de levá-lo pra São Thomé.
Durante a semana Cleomé ficava na casa do Alemão da Alemanha, do Luan da Montanha e no final de semana ia pro Sitio Cavalinho Pucareno, acompanhar o Kabokro em suas artimanhas de construção e melhorias do Camping.
Cleodey era delicada e sofisticada e resolveu aproveitar que o Claude e o Yannick iam pra Bélgica vizitar a família, para pegar uma carona e ficou por lá, morando na casa da Audrey e da Laura, comendo gauffres, chipolatas, frites e chocolates.
Cleodey adorava visitar Bobonne e ouvir as histórias que ela contava dos tempos da guerra e da paz.
Cleorissa sentiu que sua missão era confortar as crianças doentes e foi com a Larissa Conceição morar no Hostpital das Clínicas da Unicamp. Elas conheciam todas as crianças de lá, brincavam, cantavam com elas e, quando precisam, seguravam suas mãozinhas para que a dor delas doesse menos com o poder da amizade e do amor.
Cleodell era uma coelha japonesa. Gostava do Mario Bros, dançava muito muito bem e adorava assistir "Singing in the rain". Não teve dúvidas e se mudou pra casa da Gabi Dell, do Lírio da Vótela e do Vôdante, onde recebia, Emos, Cotilianos, Fadinhas Insa-nas, e aprendia como andar na velociadade da Luz.(Pois a Gabi Luz não saia de lá também...)
e finalmente, a Cleotela. Cleotela era uma coelha muito ativa, cada dia tinha uma profissão: advogada, massagista, cantora e professora do Totô e do Buckinho. Encontrou na casa da Tetela o lugar ideal pra morar. A Vermeia cuidava bem de seu ninho que estava sempre limpinho e cheiroso e lá ela brincava muito com Stela, Sara, Camila, Laura e João Pedro. Era bom estar naquela casa onde sempre tinha uma comidinha boa que a vó Lena preparava!
Cada um escolheu o que queria ser e no dia 13 de maio, dia da libertação, eles se despediram de seus pais e partiram pro mundo:
Cleomar queria o mar, seu sonho era ser marinheiro e lá se foi ele em busca de aventuras no veleiro do Claude. Nas horas de repouso, ficava na casa do Jorginho Maratonista, em Itamambuca entoando canções de piratas com o papagaio do Jorginho.
Cleonor queria espalhar amor, e se mudou para o corredor do apartamento da Giulia em Campinas, para abençoar e iluminar todos que por ali passassem.
Cleorônia era baladeira, e resolveu ir fazer companhia para a vò Grômia. Elas passeavam pelos bares e discotecas da região e para descansar assistiam muitos filmes que o Nil trazia de seu computador mágico.
Cleonel já se simpatizou com os pais de Fernando e com o Hotel Casarão. Encontrou um cantinho ao lado da pedra grande do laguinho do hotel e por lá ficou, protegendo o patrimônia de Fernando.
Caetê era uma coelhinha fazedeira, gostava de limpar, lavar, pintar, costurar, bordar e criar coisas bonitas. Quando conheceu a Tetê e o Bóris, não teve dúvidas e mudou para a chácara onde morava a Nossa Senhora Aparecida e a Barbie.
Cleonick achou melhor ficar perto de sua mãe e de sua avó e escolheu continuar na casa de Yannick. Aprendeu a tocar violão e pandeiro, a jogar tênis, a brincar no tecido da sala, a nadar e jogar futebol pelo gramado verdinho da Chácara Cavalinho Pucareno.
Cleorraio foi para perto de seu irmão Cleomar em Itamambuca. Mas não queria velejar, queria surfar e jogar futebol com o Caio. Cleorraio era rápido e esperto e conseguia surfar e correr na velocidade da luz.
Cleomã era gêmea de Cleorraio e não quis se separar dele. Além disso gostava de estripulias, de escorregar no cano de bombeiros que tinha na casa do Caio e do Luan, seu melhor amigo. Luan pela primeira vez, aprendeu a cuidar bem dos animais e tratava Cleomã com muito carinho, contando pra ela histórias da vida e da morte.
Cleomé estava sempre com calor. Gostava de montanhas e ar fresco e foi aí que Drinda teve a idéia de levá-lo pra São Thomé.
Durante a semana Cleomé ficava na casa do Alemão da Alemanha, do Luan da Montanha e no final de semana ia pro Sitio Cavalinho Pucareno, acompanhar o Kabokro em suas artimanhas de construção e melhorias do Camping.
Cleodey era delicada e sofisticada e resolveu aproveitar que o Claude e o Yannick iam pra Bélgica vizitar a família, para pegar uma carona e ficou por lá, morando na casa da Audrey e da Laura, comendo gauffres, chipolatas, frites e chocolates.
Cleodey adorava visitar Bobonne e ouvir as histórias que ela contava dos tempos da guerra e da paz.
Cleorissa sentiu que sua missão era confortar as crianças doentes e foi com a Larissa Conceição morar no Hostpital das Clínicas da Unicamp. Elas conheciam todas as crianças de lá, brincavam, cantavam com elas e, quando precisam, seguravam suas mãozinhas para que a dor delas doesse menos com o poder da amizade e do amor.
Cleodell era uma coelha japonesa. Gostava do Mario Bros, dançava muito muito bem e adorava assistir "Singing in the rain". Não teve dúvidas e se mudou pra casa da Gabi Dell, do Lírio da Vótela e do Vôdante, onde recebia, Emos, Cotilianos, Fadinhas Insa-nas, e aprendia como andar na velociadade da Luz.(Pois a Gabi Luz não saia de lá também...)
e finalmente, a Cleotela. Cleotela era uma coelha muito ativa, cada dia tinha uma profissão: advogada, massagista, cantora e professora do Totô e do Buckinho. Encontrou na casa da Tetela o lugar ideal pra morar. A Vermeia cuidava bem de seu ninho que estava sempre limpinho e cheiroso e lá ela brincava muito com Stela, Sara, Camila, Laura e João Pedro. Era bom estar naquela casa onde sempre tinha uma comidinha boa que a vó Lena preparava!
O pato Torquato
Torquato era um pato artista. Desde pequeno vivia pelos lagos cantando e divertindo a bicharada.
Foi a vó Grômia quem o conheceu primeiro, numa de suas noites de boemia e logo o convidou para passear lá pelas bandas do Jardim do Lago. Torquato aceitou de pronto e Fernando adorou encontrar este novo amigo. Dava gargalhadas cada vez que o pato cantava sua canção country/urbana.
Torquato foi com Fernando e Remanso visitar os filhotes na casa da Drinda e logo encantou a todos com suas palhaçadas amalucadas.
Foi a vó Grômia quem o conheceu primeiro, numa de suas noites de boemia e logo o convidou para passear lá pelas bandas do Jardim do Lago. Torquato aceitou de pronto e Fernando adorou encontrar este novo amigo. Dava gargalhadas cada vez que o pato cantava sua canção country/urbana.
Torquato foi com Fernando e Remanso visitar os filhotes na casa da Drinda e logo encantou a todos com suas palhaçadas amalucadas.
Os filhotes de Letícia
Letícia desceu de seu trapézio/balanço para que os filhotes pudessem nascer com conforto, foi até a sala onde ficava Diana e deitou-se nas almofadas espalhadas pelo chão.
Diana ajudava e ia dando nome conforme os filhotes iam saindo do barrigão de Letícia:
Cleomar
Cleonor
Cleorônia
Cleonel
Caetê
Cleonick
Cleorraio
Cleomã
Cleomé
Cleodey
Cleorissa
Cleodel
Cleotela
Cleotela
os treze filhotes nasceram com saúde e logo se aninharam em torno de Letícia, que sorria feliz.
O casal de João de Barro que morava no poste da casa da Drinda foram os primeiros a visitar a ninhada e logo voaram para a Chácara do Portão da Bandeira Brasileira para avisar Fernando e, principalmente, Remanso que era o pai dos bebês.
Tanto Remanso quanto Botelho eram coelhos que amavam muito seus bebês, mas preferiam morar longe e esperar que eles ficassem mais serelepes para poder brincar e fazer estrepolias.
Diana ajudava e ia dando nome conforme os filhotes iam saindo do barrigão de Letícia:
Cleomar
Cleonor
Cleorônia
Cleonel
Caetê
Cleonick
Cleorraio
Cleomã
Cleomé
Cleodey
Cleorissa
Cleodel
Cleotela
Cleotela
os treze filhotes nasceram com saúde e logo se aninharam em torno de Letícia, que sorria feliz.
O casal de João de Barro que morava no poste da casa da Drinda foram os primeiros a visitar a ninhada e logo voaram para a Chácara do Portão da Bandeira Brasileira para avisar Fernando e, principalmente, Remanso que era o pai dos bebês.
Tanto Remanso quanto Botelho eram coelhos que amavam muito seus bebês, mas preferiam morar longe e esperar que eles ficassem mais serelepes para poder brincar e fazer estrepolias.
Assinar:
Comentários (Atom)
