quinta-feira, 6 de maio de 2010

Os filhotes crescem e escolhem suas casas

Como sempre acontece no mundo dos coelhos, os filhotes rapidinho viraram crianças, brincaram muito no gramado da casa da Drinda, da Grômia e do Fernando e mais rápido ainda se tornaram jovens donos de seu próprio destino.
Cada um escolheu o que queria ser e no dia 13 de maio, dia da libertação, eles se despediram de seus pais e partiram pro mundo:

Cleomar queria o mar, seu sonho era ser marinheiro e lá se foi ele em busca de aventuras no veleiro do Claude. Nas horas de repouso, ficava na casa do Jorginho Maratonista, em Itamambuca entoando canções de piratas com o papagaio do Jorginho.

Cleonor queria espalhar amor, e se mudou para o corredor do apartamento da Giulia em Campinas, para abençoar e iluminar todos que por ali passassem.

Cleorônia era baladeira, e resolveu ir fazer companhia para a vò Grômia. Elas passeavam pelos bares e discotecas da região e para descansar assistiam muitos filmes que o Nil trazia de seu computador mágico.

Cleonel já se simpatizou com os pais de Fernando e com o Hotel Casarão. Encontrou um cantinho ao lado da pedra grande do laguinho do hotel e por lá ficou, protegendo o patrimônia de Fernando.

Caetê era uma coelhinha fazedeira, gostava de limpar, lavar, pintar, costurar, bordar e criar coisas bonitas. Quando conheceu a Tetê e o Bóris, não teve dúvidas e mudou para a chácara onde morava a Nossa Senhora Aparecida e a Barbie.

Cleonick achou melhor ficar perto de sua mãe e de sua avó e escolheu continuar na casa de Yannick. Aprendeu a tocar violão e pandeiro, a jogar tênis, a brincar no tecido da sala, a nadar e jogar futebol pelo gramado verdinho da Chácara Cavalinho Pucareno.

Cleorraio foi para perto de seu irmão Cleomar em Itamambuca. Mas não queria velejar, queria surfar e jogar futebol com o Caio. Cleorraio era rápido e esperto e conseguia surfar e correr na velocidade da luz.

Cleomã era gêmea de Cleorraio e não quis se separar dele. Além disso gostava de estripulias, de escorregar no cano de bombeiros que tinha na casa do Caio e do Luan, seu melhor amigo. Luan pela primeira vez, aprendeu a cuidar bem dos animais e tratava Cleomã com muito carinho, contando pra ela histórias da vida e da morte.

Cleomé estava sempre com calor. Gostava de montanhas e ar fresco e foi aí que Drinda teve a idéia de levá-lo pra São Thomé.
Durante a semana Cleomé ficava na casa do Alemão da Alemanha, do Luan da Montanha e no final de semana ia pro Sitio Cavalinho Pucareno, acompanhar o Kabokro em suas artimanhas de construção e melhorias do Camping.

Cleodey era delicada e sofisticada e resolveu aproveitar que o Claude e o Yannick iam pra Bélgica vizitar a família, para pegar uma carona e ficou por lá, morando na casa da Audrey e da Laura, comendo gauffres, chipolatas, frites e chocolates.
Cleodey adorava visitar Bobonne e ouvir as histórias que ela contava dos tempos da guerra e da paz.

Cleorissa sentiu que sua missão era confortar as crianças doentes e foi com a Larissa Conceição morar no Hostpital das Clínicas da Unicamp. Elas conheciam todas as crianças de lá, brincavam, cantavam com elas e, quando precisam, seguravam suas mãozinhas para que a dor delas doesse menos com o poder da amizade e do amor.

Cleodell era uma coelha japonesa. Gostava do Mario Bros, dançava muito muito bem e adorava assistir "Singing in the rain". Não teve dúvidas e se mudou pra casa da Gabi Dell, do Lírio da Vótela e do Vôdante, onde recebia, Emos, Cotilianos, Fadinhas Insa-nas, e aprendia como andar na velociadade da Luz.(Pois a Gabi Luz não saia de lá também...)

e finalmente, a Cleotela. Cleotela era uma coelha muito ativa, cada dia tinha uma profissão: advogada, massagista, cantora e professora do Totô e do Buckinho. Encontrou na casa da Tetela o lugar ideal pra morar. A Vermeia cuidava bem de seu ninho que estava sempre limpinho e cheiroso e lá ela brincava muito com Stela, Sara, Camila, Laura e João Pedro. Era bom estar naquela casa onde sempre tinha uma comidinha boa que a vó Lena preparava!

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