"Diana, cadê você?
vim aqui só pra te vê?"
grita a criançada em coro
Diana gosta de brincar
se esconde no meio dos bancos
rindo baixinho
"Tô aqui, aqui, aqui!!"
e muda logo de lugar
em cima da estante
atrás do aparelho de som
a criançada amolece de rir...
"Diana, cadê você?
eu vim aqui só pra te vê!!!"
"Tô aqui, ali, acolá
vou pra China, volto pra jantá!"
e lá vai Diana
atrás das revistas de crochê
em cima do navio japonês do alto
no meio dos panos de limpeza da Chica
"Sai daí, coelhinha levada!"
brinca a Chica bem humorada
e já corre Diana
a coelha bacana
subindo de volta
no computador
onde espera as crianças
e espalha amor!!
Diana é uma coelha bacana, que tem cara de banana e gosta de chupar cana. Neste blog você irá acompanhar as principais as aventuras de nossa amiga coelha e de outros animais e personagens. São histórias coti-Dianas! espero que goste da nossa querida que sempre segura sua margarida!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Diana vai morar no Sebo
Drinda e Nick quase não ficam em casa
e com a partida da nora Letícia
Diana se sente muito só.
Por isso decide ir morar no Sebo
ao lado das fitas VHS e livros infantis
Lá tem crianças
lá tem movimento
e
alegria
Diana gosta disso.
Além disso, a Drinda vai começar a contar histórias
pras crianças e Diana gosta de dar idéias
e inventar histórias malucas e divertidas
pra criançada de Araras e região
Passe no Sebo
Diana está lá!
e com a partida da nora Letícia
Diana se sente muito só.
Por isso decide ir morar no Sebo
ao lado das fitas VHS e livros infantis
Lá tem crianças
lá tem movimento
e
alegria
Diana gosta disso.
Além disso, a Drinda vai começar a contar histórias
pras crianças e Diana gosta de dar idéias
e inventar histórias malucas e divertidas
pra criançada de Araras e região
Passe no Sebo
Diana está lá!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Letícia sente saudades de seus filhotes
apesar de pertencer ao mundo animal
e entender que os filhotes são do mundo
e não da gente,
Letícia sente seu coração se apertar de saudades
dos filhotes que foram pra praia e pra montanha
Drinda, que não consegue ver ninguém sofrendo
sem procurar uma solução
tem uma idéia brilhante
e envia Letícia pra casa da Luiza,
filha da Veri e do Chupança
que moram em São José dos Campos
assim a coelhinha fica no meio do caminho
pra poder visitar todos os filhotes
e ainda iria acompanhar o crescimento
de Luiza
a moreninha mais fofinha do Vale do Paraíba!
e entender que os filhotes são do mundo
e não da gente,
Letícia sente seu coração se apertar de saudades
dos filhotes que foram pra praia e pra montanha
Drinda, que não consegue ver ninguém sofrendo
sem procurar uma solução
tem uma idéia brilhante
e envia Letícia pra casa da Luiza,
filha da Veri e do Chupança
que moram em São José dos Campos
assim a coelhinha fica no meio do caminho
pra poder visitar todos os filhotes
e ainda iria acompanhar o crescimento
de Luiza
a moreninha mais fofinha do Vale do Paraíba!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Os filhotes crescem e escolhem suas casas
Como sempre acontece no mundo dos coelhos, os filhotes rapidinho viraram crianças, brincaram muito no gramado da casa da Drinda, da Grômia e do Fernando e mais rápido ainda se tornaram jovens donos de seu próprio destino.
Cada um escolheu o que queria ser e no dia 13 de maio, dia da libertação, eles se despediram de seus pais e partiram pro mundo:
Cleomar queria o mar, seu sonho era ser marinheiro e lá se foi ele em busca de aventuras no veleiro do Claude. Nas horas de repouso, ficava na casa do Jorginho Maratonista, em Itamambuca entoando canções de piratas com o papagaio do Jorginho.
Cleonor queria espalhar amor, e se mudou para o corredor do apartamento da Giulia em Campinas, para abençoar e iluminar todos que por ali passassem.
Cleorônia era baladeira, e resolveu ir fazer companhia para a vò Grômia. Elas passeavam pelos bares e discotecas da região e para descansar assistiam muitos filmes que o Nil trazia de seu computador mágico.
Cleonel já se simpatizou com os pais de Fernando e com o Hotel Casarão. Encontrou um cantinho ao lado da pedra grande do laguinho do hotel e por lá ficou, protegendo o patrimônia de Fernando.
Caetê era uma coelhinha fazedeira, gostava de limpar, lavar, pintar, costurar, bordar e criar coisas bonitas. Quando conheceu a Tetê e o Bóris, não teve dúvidas e mudou para a chácara onde morava a Nossa Senhora Aparecida e a Barbie.
Cleonick achou melhor ficar perto de sua mãe e de sua avó e escolheu continuar na casa de Yannick. Aprendeu a tocar violão e pandeiro, a jogar tênis, a brincar no tecido da sala, a nadar e jogar futebol pelo gramado verdinho da Chácara Cavalinho Pucareno.
Cleorraio foi para perto de seu irmão Cleomar em Itamambuca. Mas não queria velejar, queria surfar e jogar futebol com o Caio. Cleorraio era rápido e esperto e conseguia surfar e correr na velocidade da luz.
Cleomã era gêmea de Cleorraio e não quis se separar dele. Além disso gostava de estripulias, de escorregar no cano de bombeiros que tinha na casa do Caio e do Luan, seu melhor amigo. Luan pela primeira vez, aprendeu a cuidar bem dos animais e tratava Cleomã com muito carinho, contando pra ela histórias da vida e da morte.
Cleomé estava sempre com calor. Gostava de montanhas e ar fresco e foi aí que Drinda teve a idéia de levá-lo pra São Thomé.
Durante a semana Cleomé ficava na casa do Alemão da Alemanha, do Luan da Montanha e no final de semana ia pro Sitio Cavalinho Pucareno, acompanhar o Kabokro em suas artimanhas de construção e melhorias do Camping.
Cleodey era delicada e sofisticada e resolveu aproveitar que o Claude e o Yannick iam pra Bélgica vizitar a família, para pegar uma carona e ficou por lá, morando na casa da Audrey e da Laura, comendo gauffres, chipolatas, frites e chocolates.
Cleodey adorava visitar Bobonne e ouvir as histórias que ela contava dos tempos da guerra e da paz.
Cleorissa sentiu que sua missão era confortar as crianças doentes e foi com a Larissa Conceição morar no Hostpital das Clínicas da Unicamp. Elas conheciam todas as crianças de lá, brincavam, cantavam com elas e, quando precisam, seguravam suas mãozinhas para que a dor delas doesse menos com o poder da amizade e do amor.
Cleodell era uma coelha japonesa. Gostava do Mario Bros, dançava muito muito bem e adorava assistir "Singing in the rain". Não teve dúvidas e se mudou pra casa da Gabi Dell, do Lírio da Vótela e do Vôdante, onde recebia, Emos, Cotilianos, Fadinhas Insa-nas, e aprendia como andar na velociadade da Luz.(Pois a Gabi Luz não saia de lá também...)
e finalmente, a Cleotela. Cleotela era uma coelha muito ativa, cada dia tinha uma profissão: advogada, massagista, cantora e professora do Totô e do Buckinho. Encontrou na casa da Tetela o lugar ideal pra morar. A Vermeia cuidava bem de seu ninho que estava sempre limpinho e cheiroso e lá ela brincava muito com Stela, Sara, Camila, Laura e João Pedro. Era bom estar naquela casa onde sempre tinha uma comidinha boa que a vó Lena preparava!
Cada um escolheu o que queria ser e no dia 13 de maio, dia da libertação, eles se despediram de seus pais e partiram pro mundo:
Cleomar queria o mar, seu sonho era ser marinheiro e lá se foi ele em busca de aventuras no veleiro do Claude. Nas horas de repouso, ficava na casa do Jorginho Maratonista, em Itamambuca entoando canções de piratas com o papagaio do Jorginho.
Cleonor queria espalhar amor, e se mudou para o corredor do apartamento da Giulia em Campinas, para abençoar e iluminar todos que por ali passassem.
Cleorônia era baladeira, e resolveu ir fazer companhia para a vò Grômia. Elas passeavam pelos bares e discotecas da região e para descansar assistiam muitos filmes que o Nil trazia de seu computador mágico.
Cleonel já se simpatizou com os pais de Fernando e com o Hotel Casarão. Encontrou um cantinho ao lado da pedra grande do laguinho do hotel e por lá ficou, protegendo o patrimônia de Fernando.
Caetê era uma coelhinha fazedeira, gostava de limpar, lavar, pintar, costurar, bordar e criar coisas bonitas. Quando conheceu a Tetê e o Bóris, não teve dúvidas e mudou para a chácara onde morava a Nossa Senhora Aparecida e a Barbie.
Cleonick achou melhor ficar perto de sua mãe e de sua avó e escolheu continuar na casa de Yannick. Aprendeu a tocar violão e pandeiro, a jogar tênis, a brincar no tecido da sala, a nadar e jogar futebol pelo gramado verdinho da Chácara Cavalinho Pucareno.
Cleorraio foi para perto de seu irmão Cleomar em Itamambuca. Mas não queria velejar, queria surfar e jogar futebol com o Caio. Cleorraio era rápido e esperto e conseguia surfar e correr na velocidade da luz.
Cleomã era gêmea de Cleorraio e não quis se separar dele. Além disso gostava de estripulias, de escorregar no cano de bombeiros que tinha na casa do Caio e do Luan, seu melhor amigo. Luan pela primeira vez, aprendeu a cuidar bem dos animais e tratava Cleomã com muito carinho, contando pra ela histórias da vida e da morte.
Cleomé estava sempre com calor. Gostava de montanhas e ar fresco e foi aí que Drinda teve a idéia de levá-lo pra São Thomé.
Durante a semana Cleomé ficava na casa do Alemão da Alemanha, do Luan da Montanha e no final de semana ia pro Sitio Cavalinho Pucareno, acompanhar o Kabokro em suas artimanhas de construção e melhorias do Camping.
Cleodey era delicada e sofisticada e resolveu aproveitar que o Claude e o Yannick iam pra Bélgica vizitar a família, para pegar uma carona e ficou por lá, morando na casa da Audrey e da Laura, comendo gauffres, chipolatas, frites e chocolates.
Cleodey adorava visitar Bobonne e ouvir as histórias que ela contava dos tempos da guerra e da paz.
Cleorissa sentiu que sua missão era confortar as crianças doentes e foi com a Larissa Conceição morar no Hostpital das Clínicas da Unicamp. Elas conheciam todas as crianças de lá, brincavam, cantavam com elas e, quando precisam, seguravam suas mãozinhas para que a dor delas doesse menos com o poder da amizade e do amor.
Cleodell era uma coelha japonesa. Gostava do Mario Bros, dançava muito muito bem e adorava assistir "Singing in the rain". Não teve dúvidas e se mudou pra casa da Gabi Dell, do Lírio da Vótela e do Vôdante, onde recebia, Emos, Cotilianos, Fadinhas Insa-nas, e aprendia como andar na velociadade da Luz.(Pois a Gabi Luz não saia de lá também...)
e finalmente, a Cleotela. Cleotela era uma coelha muito ativa, cada dia tinha uma profissão: advogada, massagista, cantora e professora do Totô e do Buckinho. Encontrou na casa da Tetela o lugar ideal pra morar. A Vermeia cuidava bem de seu ninho que estava sempre limpinho e cheiroso e lá ela brincava muito com Stela, Sara, Camila, Laura e João Pedro. Era bom estar naquela casa onde sempre tinha uma comidinha boa que a vó Lena preparava!
O pato Torquato
Torquato era um pato artista. Desde pequeno vivia pelos lagos cantando e divertindo a bicharada.
Foi a vó Grômia quem o conheceu primeiro, numa de suas noites de boemia e logo o convidou para passear lá pelas bandas do Jardim do Lago. Torquato aceitou de pronto e Fernando adorou encontrar este novo amigo. Dava gargalhadas cada vez que o pato cantava sua canção country/urbana.
Torquato foi com Fernando e Remanso visitar os filhotes na casa da Drinda e logo encantou a todos com suas palhaçadas amalucadas.
Foi a vó Grômia quem o conheceu primeiro, numa de suas noites de boemia e logo o convidou para passear lá pelas bandas do Jardim do Lago. Torquato aceitou de pronto e Fernando adorou encontrar este novo amigo. Dava gargalhadas cada vez que o pato cantava sua canção country/urbana.
Torquato foi com Fernando e Remanso visitar os filhotes na casa da Drinda e logo encantou a todos com suas palhaçadas amalucadas.
Os filhotes de Letícia
Letícia desceu de seu trapézio/balanço para que os filhotes pudessem nascer com conforto, foi até a sala onde ficava Diana e deitou-se nas almofadas espalhadas pelo chão.
Diana ajudava e ia dando nome conforme os filhotes iam saindo do barrigão de Letícia:
Cleomar
Cleonor
Cleorônia
Cleonel
Caetê
Cleonick
Cleorraio
Cleomã
Cleomé
Cleodey
Cleorissa
Cleodel
Cleotela
Cleotela
os treze filhotes nasceram com saúde e logo se aninharam em torno de Letícia, que sorria feliz.
O casal de João de Barro que morava no poste da casa da Drinda foram os primeiros a visitar a ninhada e logo voaram para a Chácara do Portão da Bandeira Brasileira para avisar Fernando e, principalmente, Remanso que era o pai dos bebês.
Tanto Remanso quanto Botelho eram coelhos que amavam muito seus bebês, mas preferiam morar longe e esperar que eles ficassem mais serelepes para poder brincar e fazer estrepolias.
Diana ajudava e ia dando nome conforme os filhotes iam saindo do barrigão de Letícia:
Cleomar
Cleonor
Cleorônia
Cleonel
Caetê
Cleonick
Cleorraio
Cleomã
Cleomé
Cleodey
Cleorissa
Cleodel
Cleotela
Cleotela
os treze filhotes nasceram com saúde e logo se aninharam em torno de Letícia, que sorria feliz.
O casal de João de Barro que morava no poste da casa da Drinda foram os primeiros a visitar a ninhada e logo voaram para a Chácara do Portão da Bandeira Brasileira para avisar Fernando e, principalmente, Remanso que era o pai dos bebês.
Tanto Remanso quanto Botelho eram coelhos que amavam muito seus bebês, mas preferiam morar longe e esperar que eles ficassem mais serelepes para poder brincar e fazer estrepolias.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Luan conhece Diana e Letícia
Quando Diana viu aquele menino pendurado no tecido e virando cambalhotas, não teve dúvidas: só podia ser o Luan!
O Fernando já tinha contado as histórias do primo Luan, suas acrobacias e seu jeito animado de sempre inventar novas brincadeiras que deixavam os adultos de cabelo em pé.
Luan estava balançando no tecido de circo que tinha na casa da Drinda e nem notou a presença de Diana que observava tudo, quietinha no seu canto ao lado da lareira.
Mas isso não durou muito tempo, quando menos esperava, Diana já estava de ponta cabeça nas mãos de Luan que perguntava tudo, mexia na flor, nas orelhas, na sainha da coelha. Cintita e Drinda correram e salvaram Diana do pior.
Luan gostou de saber da coelhada e já quis conhecer Letícia também. Letícia estava calma e tranquila em seu balanço, quando o menino chegou chacoalhando tudo o que provocou um susto enorme na coelhinha.
Há males que vem pra bem. Naquela mesma noite, os filhotes de Letícia, que estavam preguiçosos e custavam a nascer, resolveram sair do barrigão pra conhecer esse nosso mundão de Jesus Cristo.
O Fernando já tinha contado as histórias do primo Luan, suas acrobacias e seu jeito animado de sempre inventar novas brincadeiras que deixavam os adultos de cabelo em pé.
Luan estava balançando no tecido de circo que tinha na casa da Drinda e nem notou a presença de Diana que observava tudo, quietinha no seu canto ao lado da lareira.
Mas isso não durou muito tempo, quando menos esperava, Diana já estava de ponta cabeça nas mãos de Luan que perguntava tudo, mexia na flor, nas orelhas, na sainha da coelha. Cintita e Drinda correram e salvaram Diana do pior.
Luan gostou de saber da coelhada e já quis conhecer Letícia também. Letícia estava calma e tranquila em seu balanço, quando o menino chegou chacoalhando tudo o que provocou um susto enorme na coelhinha.
Há males que vem pra bem. Naquela mesma noite, os filhotes de Letícia, que estavam preguiçosos e custavam a nascer, resolveram sair do barrigão pra conhecer esse nosso mundão de Jesus Cristo.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Letícia percebe que tem muitos bebês na barriga
De lá de seu balanço/trapézio florido, Letícia observava o movimento da sala lilás: a Yoga e as orações de Drinda, os acordes da guitarra de Lírio, os poemas e as discussões filosóficas brotando dos livros da estante e as histórias de viagens e passeios das bolsas e dos sapatos que moravam nos cestos de fibra de bambú, o farfalhar das folhas de bananeira e do eucalipto ornamental, os "causos" dos pássaros que passavam do lado de fora da janela e a algazarra dos ratos do campo que moravam no forro.
No meio da tanto acontecimento Letícia nem notara que sua barriguinha estava crescendo, foi numa manhã em que o sol pintava de dourado as folhas do pau-brasil, que Letícia percebeu um movimento engraçado em sua barriga e aí olhou e viu que estava com um barrigão bem estufado!
"Que emoção! Tem um monte de coelhinhos aqui dentro!"
De lá de baixo Diana ouviu o grito de alegria de sua nora e ficou muito feliz também,
a família aumentava, Botelho iria ter uma bela supresa quando voltasse do Alaska!
No meio da tanto acontecimento Letícia nem notara que sua barriguinha estava crescendo, foi numa manhã em que o sol pintava de dourado as folhas do pau-brasil, que Letícia percebeu um movimento engraçado em sua barriga e aí olhou e viu que estava com um barrigão bem estufado!
"Que emoção! Tem um monte de coelhinhos aqui dentro!"
De lá de baixo Diana ouviu o grito de alegria de sua nora e ficou muito feliz também,
a família aumentava, Botelho iria ter uma bela supresa quando voltasse do Alaska!
Remanso reencontra Fernando
Depois da temporada de Páscoa no Sebo Dr. Anselmo, os coelhos retornaram para o Jardim do Lago.
Diana e Letícia foram pra casa da Drinda e Remanso voltou para a chácara de Fernando.
Fernando sorriu feliz ao reencontrar seu amigo coelho e Remanso suspirou de satisfação ao entrar naquela casa tão querida onde tinha nascido e crescido.
O coelho ficou admirado ao ver que Fernando já sabia rolar para um lado e para outro e que já estava pegando as coisas que queria.
"Os humanos demoram para crescer, mas quando começam a fazer coisas, fazem muito bem!" pensou admirado o trapezista.
Remanso contou para Fernando os detalhes de sua estada no Sebo, as pessoas que passaram diante da vitrine, os estudantes do Zurita, as senhoras católicas, os pagodeiros do Saito, a galera do Clube Ararense, os frequentadores da Igreja Presbiteriana, os compradores do Supermercado Tiradentes, os undergrounds do Lemão, e tudo o mais.
Remanso era um coelho caipira e estava contente por ter voltado à roça.
Já Letícia, apesar de suas origens provençais, gostava de arte e música e quis ficar na casa da Drinda lá no quarto dos ensaios de Drinda e Lírio. Era um quarto de orações, músicas e leituras de poemas, tudo que Letícia amava!
Já Diana, preferiu ficar na sala onde as crianças brincavam no tecido, corriam, pulavam e assistiam tv. Ela se instalou na mesinha ao lado da lareira, de onde podia olhar o lado de fora através dos janelões de vidro. Diana não conseguia viver longe de plantas e crianças e ali o Nick recebia sempre seus amigos: Pavan, Mioxo, Bibi, Pinton, Turati, Adinan, Sciamarillo e até os primos Caio e Luan quando vinham da praia.
Botelho continuava viajando e Diana esperava com paciência.
O sol voltara a brilhar no Jardim do Lago com o retorno da coelhada.
Diana e Letícia foram pra casa da Drinda e Remanso voltou para a chácara de Fernando.
Fernando sorriu feliz ao reencontrar seu amigo coelho e Remanso suspirou de satisfação ao entrar naquela casa tão querida onde tinha nascido e crescido.
O coelho ficou admirado ao ver que Fernando já sabia rolar para um lado e para outro e que já estava pegando as coisas que queria.
"Os humanos demoram para crescer, mas quando começam a fazer coisas, fazem muito bem!" pensou admirado o trapezista.
Remanso contou para Fernando os detalhes de sua estada no Sebo, as pessoas que passaram diante da vitrine, os estudantes do Zurita, as senhoras católicas, os pagodeiros do Saito, a galera do Clube Ararense, os frequentadores da Igreja Presbiteriana, os compradores do Supermercado Tiradentes, os undergrounds do Lemão, e tudo o mais.
Remanso era um coelho caipira e estava contente por ter voltado à roça.
Já Letícia, apesar de suas origens provençais, gostava de arte e música e quis ficar na casa da Drinda lá no quarto dos ensaios de Drinda e Lírio. Era um quarto de orações, músicas e leituras de poemas, tudo que Letícia amava!
Já Diana, preferiu ficar na sala onde as crianças brincavam no tecido, corriam, pulavam e assistiam tv. Ela se instalou na mesinha ao lado da lareira, de onde podia olhar o lado de fora através dos janelões de vidro. Diana não conseguia viver longe de plantas e crianças e ali o Nick recebia sempre seus amigos: Pavan, Mioxo, Bibi, Pinton, Turati, Adinan, Sciamarillo e até os primos Caio e Luan quando vinham da praia.
Botelho continuava viajando e Diana esperava com paciência.
O sol voltara a brilhar no Jardim do Lago com o retorno da coelhada.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Os tios de Fernando visitam os coelhos no Sebo
Parecia até dos três reis magos!
Os três tios de Fernando, Fê, Ric e Chris
foram até o Sebo ver a vó Sônia e a coelhada.
Os coelhos gostaram da visita, mas queriam
mesmo era ver a Giulia, o Caio, o Nick e o Luan,
os primos de Fernando.
Fernando já tinha falado muito dos primos,
mas os coelhos ainda não tinham encontrado nenhum
e aguardavam ansiosamente este dia...
Os três tios de Fernando, Fê, Ric e Chris
foram até o Sebo ver a vó Sônia e a coelhada.
Os coelhos gostaram da visita, mas queriam
mesmo era ver a Giulia, o Caio, o Nick e o Luan,
os primos de Fernando.
Fernando já tinha falado muito dos primos,
mas os coelhos ainda não tinham encontrado nenhum
e aguardavam ansiosamente este dia...
segunda-feira, 29 de março de 2010
Diana, Remanso e Letícia no Sebo Dr. Anselmo
a páscoa se aproximava
e os coelhos estavam em polvorosa
queriam ver gente,
queriam farra.
Fernando estava querendo sossego
cansado de tanta brincadeira e confusão
se irritando facilmente com a coelhada
afinal de contas ele era ainda um bebê
e os bebês precisam de muito sossego
para crescerem fortes e inteligentes
foi aí que a Drinda teve a idéia
de convidar os coelhos
pra enfeitar a vitrine do Sebo
era perto da praça
passava bastante gente
e eles podiam fazer amizade
e conversar muito muito
do jeito que eles gostavam
e lá foram eles
pra esquina da Rua Julio Mesquita
com a Rua Sete de Setembro
é Páscoa
visitem Diana, Remanso e Letícia
no Sebo Doutor Anselmo!!!
e os coelhos estavam em polvorosa
queriam ver gente,
queriam farra.
Fernando estava querendo sossego
cansado de tanta brincadeira e confusão
se irritando facilmente com a coelhada
afinal de contas ele era ainda um bebê
e os bebês precisam de muito sossego
para crescerem fortes e inteligentes
foi aí que a Drinda teve a idéia
de convidar os coelhos
pra enfeitar a vitrine do Sebo
era perto da praça
passava bastante gente
e eles podiam fazer amizade
e conversar muito muito
do jeito que eles gostavam
e lá foram eles
pra esquina da Rua Julio Mesquita
com a Rua Sete de Setembro
é Páscoa
visitem Diana, Remanso e Letícia
no Sebo Doutor Anselmo!!!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Letícia, a bailarina/trapezista francesa
Letícia nascera em Malaucène, na Provence francesa.
Crescera correndo pelos campos de papoula e girassóis,
entre coelhos camponeses do sul da França.
Quando fez 2 meses coelhíferos
(que correspondem a 15 anos humanos)
Letícia foi pra Paris estudar dança.
Ela sabia também andar na corda bamba
de tanto treinar nos muros e nas cercas
de Malaucène.
Quando o pessoal do Cirque du Soleil
passou por Paris e conheceu Letícia
eles ficaram encantados e a convidaram
para voltar com eles para o Canadá.
Lá ela aprendeu a ser bailarina/trapezista
e também aperfeiçoou suas habilidades em tecido.
Foi depois de dois anos no Canadá,
que Letícia soube que iria ter o festival de trapézio
da América Latina e logo se inscreveu pois iria realizar
seu sonho mais antigo: conhecer o Brasil e casar com um coelho brasileiro.
Quando viu, de lá de cima do trapézio
aquele coelho caipira, todo desajeitado e risonho,
seu coração se derreteu todo:
foi amor à primeira vista!!
Em menos de cinco minutos de conversa,
eles já estavam casados
(tudo acontece muito rápido, no mundo dos coelhos!)
Letícia pediu desligamento da Companhia de Circo
e quando o festival terminou ela partiu pra chácara
do portão brasileiro onde conheceu Fernando,
os pais de Fernando, Diana, Ari, Gandú e os cães de Fernando
que por sinal já tinham acostumado com a coelhada.
Crescera correndo pelos campos de papoula e girassóis,
entre coelhos camponeses do sul da França.
Quando fez 2 meses coelhíferos
(que correspondem a 15 anos humanos)
Letícia foi pra Paris estudar dança.
Ela sabia também andar na corda bamba
de tanto treinar nos muros e nas cercas
de Malaucène.
Quando o pessoal do Cirque du Soleil
passou por Paris e conheceu Letícia
eles ficaram encantados e a convidaram
para voltar com eles para o Canadá.
Lá ela aprendeu a ser bailarina/trapezista
e também aperfeiçoou suas habilidades em tecido.
Foi depois de dois anos no Canadá,
que Letícia soube que iria ter o festival de trapézio
da América Latina e logo se inscreveu pois iria realizar
seu sonho mais antigo: conhecer o Brasil e casar com um coelho brasileiro.
Quando viu, de lá de cima do trapézio
aquele coelho caipira, todo desajeitado e risonho,
seu coração se derreteu todo:
foi amor à primeira vista!!
Em menos de cinco minutos de conversa,
eles já estavam casados
(tudo acontece muito rápido, no mundo dos coelhos!)
Letícia pediu desligamento da Companhia de Circo
e quando o festival terminou ela partiu pra chácara
do portão brasileiro onde conheceu Fernando,
os pais de Fernando, Diana, Ari, Gandú e os cães de Fernando
que por sinal já tinham acostumado com a coelhada.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Remanso encontra Letícia
Remanso nunca tinha saído da Chácara do portão brasileiro e ficou encantado com tudo que via pelo caminho: a brasília amarela do sr. Oscar, o muro cinza do Heraldo, por onde seu pai Botelho passava toda noite quando estava por aquela bandas, o boiadeiro e sua boiada pastando na área verde, o bambuzal do Tcholo, a primavera do Santa Mônica, a árvore grandona do Picão Denardi, os arbustos da Duraferro, os aviões pousando no campo de aviação, o canavial da direita e tudo mais...
A cidade então, era uma surpresa atrás da outra!
Adorou o lago e seus patos e jurou que um dia voltava pra conhecer melhor aquele lugar maravilhoso.
Chegaram ao Teatro Estadual e foram entrando pela entrada dos artistas, na lateral de frente pro Estacionamento do Marquinho.
Ao chegar no palco, onde todos os artistas aguardavam sua vez para ensaiar, Remanso foi acometido por uma espécie de paralisia. Parecia que o tempo tinha parado, não conseguia pensar e tampouco falar, tamanha era a belezia do que via.
Lá no alto, sentada em um balanço adornado por flores do campo estava a coelha mais linda que existia no mundo: Letícia, a bailarina francesa trapezista.
A cidade então, era uma surpresa atrás da outra!
Adorou o lago e seus patos e jurou que um dia voltava pra conhecer melhor aquele lugar maravilhoso.
Chegaram ao Teatro Estadual e foram entrando pela entrada dos artistas, na lateral de frente pro Estacionamento do Marquinho.
Ao chegar no palco, onde todos os artistas aguardavam sua vez para ensaiar, Remanso foi acometido por uma espécie de paralisia. Parecia que o tempo tinha parado, não conseguia pensar e tampouco falar, tamanha era a belezia do que via.
Lá no alto, sentada em um balanço adornado por flores do campo estava a coelha mais linda que existia no mundo: Letícia, a bailarina francesa trapezista.
Remanso vira trapezista
Como sempre foi e talvez sempre será, os animais crescem e ficam adultos numa velocidade muito maior que os humanos.
E assim se passou com Remanso, Fernando ainda era um bebê e Remanso já estava na adolescência, inventanto peripécias com seu balanço, dando shows pra vizinhança.
Sem professor, Remanso foi virando um trapezista por intuição.
O pai de Fernando tinha colocado o balanço de Remanso no tronco-sem-árvore que tinha no quintal e Remanso foi se tornando um ás do balanço, arrancando gritos de emoção da boca banguela de Fernando.
Certo dia, a Drinda passou por lá toda animada, é que estava tendo um festival de circo na cidade e ela queria levar o Remanso pra se apresentar.
Remanso ficou todo animado, recolheu seu trapézio/balanço e partiu com a Drinda pro Teatro Estadual de Araras.
E assim se passou com Remanso, Fernando ainda era um bebê e Remanso já estava na adolescência, inventanto peripécias com seu balanço, dando shows pra vizinhança.
Sem professor, Remanso foi virando um trapezista por intuição.
O pai de Fernando tinha colocado o balanço de Remanso no tronco-sem-árvore que tinha no quintal e Remanso foi se tornando um ás do balanço, arrancando gritos de emoção da boca banguela de Fernando.
Certo dia, a Drinda passou por lá toda animada, é que estava tendo um festival de circo na cidade e ela queria levar o Remanso pra se apresentar.
Remanso ficou todo animado, recolheu seu trapézio/balanço e partiu com a Drinda pro Teatro Estadual de Araras.
O nascimento de Remanso
Ao contrário da maioria dos coelhos, Remanso era filho único.
Diana, toda contente mandou mensagens para Botelho através das andorinhas canadenses.
É que Botelho tinha cansado de tanto calor e resolvera passar uns tempos no Alaska.
Quando as andorinhas voltassem talvez trouxessem alguma notícia de Botellho, se é que ele ainda estivesse lá.
Remanso era sossegado, tranquilo e tudo o que ele queria na vida, era ficar em seu balanço, assoviando e observando Fernando comer em seu cadeirão.
Fernando gostava muito do amigo, quanto mais ele via Remanso balançar, mais aumentava sua vontade de comer toda a papinha que a Adelina preparava.
Fernando e Remanso viviam uma vida boa de bebês e Diana achava aquilo tudo muito bom.
Diana, toda contente mandou mensagens para Botelho através das andorinhas canadenses.
É que Botelho tinha cansado de tanto calor e resolvera passar uns tempos no Alaska.
Quando as andorinhas voltassem talvez trouxessem alguma notícia de Botellho, se é que ele ainda estivesse lá.
Remanso era sossegado, tranquilo e tudo o que ele queria na vida, era ficar em seu balanço, assoviando e observando Fernando comer em seu cadeirão.
Fernando gostava muito do amigo, quanto mais ele via Remanso balançar, mais aumentava sua vontade de comer toda a papinha que a Adelina preparava.
Fernando e Remanso viviam uma vida boa de bebês e Diana achava aquilo tudo muito bom.
segunda-feira, 22 de março de 2010
O Coelho Botelho
Botelho era um coelho especial,
não parava quieto.
Um dia estava aqui, no outro, no Havaí.
Um dia gostava de cenouras
no outro milho da lavoura.
E foi numa dessas idas e vindas que ele acabou por encontrar com Diana.
Não que Fernando não tivesse contado de Botelho,
muito pelo contrário!
Fernando vivia falando do amigo coelho,
das histórias, das viagens e das malandragens de Botelho e Diana
já estava louca de curiosidade, querendo muito conhecê-lo.
Foi numa tarde de chuva fina que Botelho apareceu.
Chegou de mansinho pela porta dos fundos da cozinha de baixo.
Diana estava contando músicas e Fernando dançava balançando a cabeça
para um lado e para outro.
Botelho ficou encantado com a coelhinha, foi chegando chegando e no mesmo
dia eles se casaram.
Deste casamento nasceu Remanso, o coelho do balanço.
não parava quieto.
Um dia estava aqui, no outro, no Havaí.
Um dia gostava de cenouras
no outro milho da lavoura.
E foi numa dessas idas e vindas que ele acabou por encontrar com Diana.
Não que Fernando não tivesse contado de Botelho,
muito pelo contrário!
Fernando vivia falando do amigo coelho,
das histórias, das viagens e das malandragens de Botelho e Diana
já estava louca de curiosidade, querendo muito conhecê-lo.
Foi numa tarde de chuva fina que Botelho apareceu.
Chegou de mansinho pela porta dos fundos da cozinha de baixo.
Diana estava contando músicas e Fernando dançava balançando a cabeça
para um lado e para outro.
Botelho ficou encantado com a coelhinha, foi chegando chegando e no mesmo
dia eles se casaram.
Deste casamento nasceu Remanso, o coelho do balanço.
Diana resolve morar na chácara
No dia em que Diana iria entrar escondida no carro do pai do Fernando
pra voltar pra Praça (ela tinha visto um boleto do Bradesco na mão dele)
Fernando ficou muito triste.
Já tinha se acostumado com a amiga e não podia imaginar como seria ter que
depender dos passeios na praça para encontrá-la.
"Gugu-dadá rrrru, adá!"
Diana sabia que isso queria dizer:
"Fique aqui, minha amiga, more com a gente pra sempre!"
Não foi muito difícil convencer Diana, que já tinha se acostumado
com Ari, Tatu Gundú.
até os cães Sol, Lua e Billy já tinham aceitado a presença dela,
principalmente Billy, que gostava de rolar no chão com ela,
brincando de lutinha. Diana até fazia cócegas no cão com sua margarida!
E foi assim que Diana passou a morar na chácara da bandeira brasileira.
pra voltar pra Praça (ela tinha visto um boleto do Bradesco na mão dele)
Fernando ficou muito triste.
Já tinha se acostumado com a amiga e não podia imaginar como seria ter que
depender dos passeios na praça para encontrá-la.
"Gugu-dadá rrrru, adá!"
Diana sabia que isso queria dizer:
"Fique aqui, minha amiga, more com a gente pra sempre!"
Não foi muito difícil convencer Diana, que já tinha se acostumado
com Ari, Tatu Gundú.
até os cães Sol, Lua e Billy já tinham aceitado a presença dela,
principalmente Billy, que gostava de rolar no chão com ela,
brincando de lutinha. Diana até fazia cócegas no cão com sua margarida!
E foi assim que Diana passou a morar na chácara da bandeira brasileira.
Ari, o bem-te-vi amarelo
"Não Diana,
não é margarida
não é borboleta
é passarinho
se chama Bem-te-vi,
foi minha madrinha que mostrou pra mim!"
explicava Fernando em seu dialeto bebelêz.
Diana já sabia.
Na praça tinha bastante e o biso Lisse já tinha passado por lá
e ensinado tudo sobre pássaros pra Diana.
Biso Lisse gostava de passarinhos e gostava também de cantar:
"LidÔ, LidôÔÔ! lidolitimba, lido li timba, lido li timba!!"
Diana gostava muito de Biso Lisse que tinha casado sua filha,
com o caçula da Bisa Candelária
(que eram Sônia e Fernandão, os avós de Fernando).
O Bem-te-vi logo viu que não se tratava de uma coelha qualquer.
Com aquela margarida na mão e a sainha lilás, só podia ser alguém
muito especial, muito bacana.
Advinhou.
Diana se empolgou com o tamanho do Bem-te-vi.
"Meu nome é Ari, sou o maior bemtevi do mundo!"
Diana acreditou. Ele era grande mesmo!
Pediu pra dar uma volta pelo céu da chácara e o Ari aceitou.
Fernando ficou nervoso, não gostava dessas loucuras de Diana e
já foi reclamando com medo de acidentes.
A mãe de Fernando pensou que ele estivesse chorando e que quisesse mamar.
Mas não era.
Azar.
Fernando perdeu a volta emocionante que Diana deu nas costas do Ari.
Voaram sobre o laguinho, sobre a casa da Giulia, do Pinton, do Dú Pavan, da vó Sônia, do NIck e do Lobo e até do tio Ilan e depois pousaram de volta na chácara do portão do Brasil.
Quando Fernando voltou, gordo e cansado de tanto mamar
(ele não recusava uma boa mamada!)
Diana já estava no chão, toda contente do passeio!
não é margarida
não é borboleta
é passarinho
se chama Bem-te-vi,
foi minha madrinha que mostrou pra mim!"
explicava Fernando em seu dialeto bebelêz.
Diana já sabia.
Na praça tinha bastante e o biso Lisse já tinha passado por lá
e ensinado tudo sobre pássaros pra Diana.
Biso Lisse gostava de passarinhos e gostava também de cantar:
"LidÔ, LidôÔÔ! lidolitimba, lido li timba, lido li timba!!"
Diana gostava muito de Biso Lisse que tinha casado sua filha,
com o caçula da Bisa Candelária
(que eram Sônia e Fernandão, os avós de Fernando).
O Bem-te-vi logo viu que não se tratava de uma coelha qualquer.
Com aquela margarida na mão e a sainha lilás, só podia ser alguém
muito especial, muito bacana.
Advinhou.
Diana se empolgou com o tamanho do Bem-te-vi.
"Meu nome é Ari, sou o maior bemtevi do mundo!"
Diana acreditou. Ele era grande mesmo!
Pediu pra dar uma volta pelo céu da chácara e o Ari aceitou.
Fernando ficou nervoso, não gostava dessas loucuras de Diana e
já foi reclamando com medo de acidentes.
A mãe de Fernando pensou que ele estivesse chorando e que quisesse mamar.
Mas não era.
Azar.
Fernando perdeu a volta emocionante que Diana deu nas costas do Ari.
Voaram sobre o laguinho, sobre a casa da Giulia, do Pinton, do Dú Pavan, da vó Sônia, do NIck e do Lobo e até do tio Ilan e depois pousaram de volta na chácara do portão do Brasil.
Quando Fernando voltou, gordo e cansado de tanto mamar
(ele não recusava uma boa mamada!)
Diana já estava no chão, toda contente do passeio!
O Tatu cabeça dura
Uma outra vez que Fernando passeava na praça com seus pais de carrinho,
Diana foi rápida e entrou na parte de baixo, se escondendo no meio do cobertorzinho e do babador do amigo.
Foi assim que ela chegou até a chácara que tinha uma bandeira do Brasil pintada no portão.
Ficou quietinha no meio de uma árvore alta, pois os cães amigos de Fernando não gostavam muito de coelhos. Quando os cães foram dormir depois de terem comido bastante, Diana saiu e ficou esperando o Fernando aparecer em seu carrinho de bebê.
Não demorou muito, lá estava ele com sua mãe, passeando sob as árvores da chácara.
O telefone tocou, sua mãe se distraiu e Fernando aproveitou pra mostrar pra Diana o buraco do tatú.
Tatú gandú, que se intitulava Gurú
mas na verdade era um Brucutú
Cabeça dura
de teimoso
de burroso
vivia dando cabeçadas e se metendo em ciladas.
Foi só o Fernando mostrar que o Tatú já colocou o nariz pra fora.
Viu que tinha visita no pedaço e já quis se exibir.
Fernando ficava muito bravo quando Tatú Gandú fazia isso.
Deu umas piruetas no ar.
Correu em volta do próprio rabo umas sete vezes,
ficou tonto
e caiu de lado no chão.
Diana ria muito e Fernando chorava.
Ele não gostava que ninguém se machucasse,
até mesmo aquele bobo do TAtú, que
apesar de tudo
era seu amigo de chácara.
Diana foi rápida e entrou na parte de baixo, se escondendo no meio do cobertorzinho e do babador do amigo.
Foi assim que ela chegou até a chácara que tinha uma bandeira do Brasil pintada no portão.
Ficou quietinha no meio de uma árvore alta, pois os cães amigos de Fernando não gostavam muito de coelhos. Quando os cães foram dormir depois de terem comido bastante, Diana saiu e ficou esperando o Fernando aparecer em seu carrinho de bebê.
Não demorou muito, lá estava ele com sua mãe, passeando sob as árvores da chácara.
O telefone tocou, sua mãe se distraiu e Fernando aproveitou pra mostrar pra Diana o buraco do tatú.
Tatú gandú, que se intitulava Gurú
mas na verdade era um Brucutú
Cabeça dura
de teimoso
de burroso
vivia dando cabeçadas e se metendo em ciladas.
Foi só o Fernando mostrar que o Tatú já colocou o nariz pra fora.
Viu que tinha visita no pedaço e já quis se exibir.
Fernando ficava muito bravo quando Tatú Gandú fazia isso.
Deu umas piruetas no ar.
Correu em volta do próprio rabo umas sete vezes,
ficou tonto
e caiu de lado no chão.
Diana ria muito e Fernando chorava.
Ele não gostava que ninguém se machucasse,
até mesmo aquele bobo do TAtú, que
apesar de tudo
era seu amigo de chácara.
A borboleta amarela
A primeira aventura de Fernando e Diana se deu com o aparecimento da borboleta amarela.
Á príncipio, Diana pensou que fosse uma margarida ao vento, ela adorava margaridas e tudo que fosse amarelo ela chamava de margarida.
Aos poucos Dona Candelária foi ensinando e agora ela sabia que borboleta não era uma margarida voadora.
Mesmo assim não resistiu e apelidou a borboleta amarela de Borborida.
Fernando repitia: Rarrugú-bá.
Queria dizer Borborida, mas sua boca não obedecia.
Então, voltando à aventura:
A borboleta passou e Diana foi pulando atrás dela enquanto o Fernando dava
uns gritinhos alegres de bebê.
Diana se empolgou tanto que nem percebeu que a Borborida voava na direção da fonte luminosa e
Tchigum!
Lá se vai Diana pro fundo da água.
Ainda bem que o Yannick estava por perto e percebendo o desespero de Fernando,
correu, pulou na água e salvou Diana que saiu toda molhada.
Fernando dava gritinhos de alegria e Diana, um pouco sem graça, caiu na risada.
Chega de seguir borboletas por hoje!
Á príncipio, Diana pensou que fosse uma margarida ao vento, ela adorava margaridas e tudo que fosse amarelo ela chamava de margarida.
Aos poucos Dona Candelária foi ensinando e agora ela sabia que borboleta não era uma margarida voadora.
Mesmo assim não resistiu e apelidou a borboleta amarela de Borborida.
Fernando repitia: Rarrugú-bá.
Queria dizer Borborida, mas sua boca não obedecia.
Então, voltando à aventura:
A borboleta passou e Diana foi pulando atrás dela enquanto o Fernando dava
uns gritinhos alegres de bebê.
Diana se empolgou tanto que nem percebeu que a Borborida voava na direção da fonte luminosa e
Tchigum!
Lá se vai Diana pro fundo da água.
Ainda bem que o Yannick estava por perto e percebendo o desespero de Fernando,
correu, pulou na água e salvou Diana que saiu toda molhada.
Fernando dava gritinhos de alegria e Diana, um pouco sem graça, caiu na risada.
Chega de seguir borboletas por hoje!
sábado, 20 de março de 2010
Fernando, o primeiro amigo de Diana
Diana conhecia muitos animaizinhos,
mas ainda não sabia o que era um amigo de verdade.
Fernando era bisneto da Dona Candelária e morava muito longe da Praça.
Um dia, seus pais resolveram ir visitar a Bisa Candelária e dar uma volta
na Praça Barão.
Fernando estava no carrinho, ainda não sabia falar pois só tinha 4 meses,
mas já se comunicava por sons.
Diana entendia muito bem esses sons de bebê e ouviu quando ele a chamou pra conversar.
Com medo dos adultos, ela ficou escondida atrás de um arbusto e contou pra Fernando suas aventuras na praça, Fernando, por sua vez, contou de seus amigos da chácara, os cães, os tatús, os pássaros, os coelhos do campo que passavam por lá.
Foi uma conversa muito animada e foi assim que Fernando e Diana
ficaram muito muito amigos.
Amigos de verdade!
Juntos eles passaram vários momentos emocionantes que contaremos mais adiante.
mas ainda não sabia o que era um amigo de verdade.
Fernando era bisneto da Dona Candelária e morava muito longe da Praça.
Um dia, seus pais resolveram ir visitar a Bisa Candelária e dar uma volta
na Praça Barão.
Fernando estava no carrinho, ainda não sabia falar pois só tinha 4 meses,
mas já se comunicava por sons.
Diana entendia muito bem esses sons de bebê e ouviu quando ele a chamou pra conversar.
Com medo dos adultos, ela ficou escondida atrás de um arbusto e contou pra Fernando suas aventuras na praça, Fernando, por sua vez, contou de seus amigos da chácara, os cães, os tatús, os pássaros, os coelhos do campo que passavam por lá.
Foi uma conversa muito animada e foi assim que Fernando e Diana
ficaram muito muito amigos.
Amigos de verdade!
Juntos eles passaram vários momentos emocionantes que contaremos mais adiante.
O nascimento de Diana
Diana nasceu num dia de muito, muito frio, no oco de uma árvore,
perto do Obelisco da Praça Barão de Araras.
Sua mãe deu à luz à 12 filhotinhos de coelhos, todos cor de mel como Diana.
Diana foi a primeira a nascer e já foi chorando muito.
No começo ela não entendia que nascer dói um pouquinho e ficou muito assustada.
Depois que todos seus irmãos saíram de sua barriga, a mãe de Diana pôde abraçá-la muito e mostrar, com bastante carinho, que o Planeta Terra não era um lugar tão ruim assim, afinal de contas.
Diana foi entendendo e a cada dia ficava mais sorridente.
Quando chegou, finalmente a primavera, muitas margaridas brotaram no canteiro
ao redor da fonte luminosa perto do Coreto e foi lá que Diana colheu sua primeira margarida.
A Dona Candelária, que morava do outro lado da Praça, logo se simpatizou com Diana e fez pra ela uma sainha lilás muito muito linda.
E foi assim, segurando sempre sua margarida e usando a sainha lilás que Dona Candelária lhe fez que a coelhinha cor de caramelo se tornou:
Diana, a Coelha Bacana!
perto do Obelisco da Praça Barão de Araras.
Sua mãe deu à luz à 12 filhotinhos de coelhos, todos cor de mel como Diana.
Diana foi a primeira a nascer e já foi chorando muito.
No começo ela não entendia que nascer dói um pouquinho e ficou muito assustada.
Depois que todos seus irmãos saíram de sua barriga, a mãe de Diana pôde abraçá-la muito e mostrar, com bastante carinho, que o Planeta Terra não era um lugar tão ruim assim, afinal de contas.
Diana foi entendendo e a cada dia ficava mais sorridente.
Quando chegou, finalmente a primavera, muitas margaridas brotaram no canteiro
ao redor da fonte luminosa perto do Coreto e foi lá que Diana colheu sua primeira margarida.
A Dona Candelária, que morava do outro lado da Praça, logo se simpatizou com Diana e fez pra ela uma sainha lilás muito muito linda.
E foi assim, segurando sempre sua margarida e usando a sainha lilás que Dona Candelária lhe fez que a coelhinha cor de caramelo se tornou:
Diana, a Coelha Bacana!
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