Parecia até dos três reis magos!
Os três tios de Fernando, Fê, Ric e Chris
foram até o Sebo ver a vó Sônia e a coelhada.
Os coelhos gostaram da visita, mas queriam
mesmo era ver a Giulia, o Caio, o Nick e o Luan,
os primos de Fernando.
Fernando já tinha falado muito dos primos,
mas os coelhos ainda não tinham encontrado nenhum
e aguardavam ansiosamente este dia...
Diana é uma coelha bacana, que tem cara de banana e gosta de chupar cana. Neste blog você irá acompanhar as principais as aventuras de nossa amiga coelha e de outros animais e personagens. São histórias coti-Dianas! espero que goste da nossa querida que sempre segura sua margarida!
quarta-feira, 31 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Diana, Remanso e Letícia no Sebo Dr. Anselmo
a páscoa se aproximava
e os coelhos estavam em polvorosa
queriam ver gente,
queriam farra.
Fernando estava querendo sossego
cansado de tanta brincadeira e confusão
se irritando facilmente com a coelhada
afinal de contas ele era ainda um bebê
e os bebês precisam de muito sossego
para crescerem fortes e inteligentes
foi aí que a Drinda teve a idéia
de convidar os coelhos
pra enfeitar a vitrine do Sebo
era perto da praça
passava bastante gente
e eles podiam fazer amizade
e conversar muito muito
do jeito que eles gostavam
e lá foram eles
pra esquina da Rua Julio Mesquita
com a Rua Sete de Setembro
é Páscoa
visitem Diana, Remanso e Letícia
no Sebo Doutor Anselmo!!!
e os coelhos estavam em polvorosa
queriam ver gente,
queriam farra.
Fernando estava querendo sossego
cansado de tanta brincadeira e confusão
se irritando facilmente com a coelhada
afinal de contas ele era ainda um bebê
e os bebês precisam de muito sossego
para crescerem fortes e inteligentes
foi aí que a Drinda teve a idéia
de convidar os coelhos
pra enfeitar a vitrine do Sebo
era perto da praça
passava bastante gente
e eles podiam fazer amizade
e conversar muito muito
do jeito que eles gostavam
e lá foram eles
pra esquina da Rua Julio Mesquita
com a Rua Sete de Setembro
é Páscoa
visitem Diana, Remanso e Letícia
no Sebo Doutor Anselmo!!!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Letícia, a bailarina/trapezista francesa
Letícia nascera em Malaucène, na Provence francesa.
Crescera correndo pelos campos de papoula e girassóis,
entre coelhos camponeses do sul da França.
Quando fez 2 meses coelhíferos
(que correspondem a 15 anos humanos)
Letícia foi pra Paris estudar dança.
Ela sabia também andar na corda bamba
de tanto treinar nos muros e nas cercas
de Malaucène.
Quando o pessoal do Cirque du Soleil
passou por Paris e conheceu Letícia
eles ficaram encantados e a convidaram
para voltar com eles para o Canadá.
Lá ela aprendeu a ser bailarina/trapezista
e também aperfeiçoou suas habilidades em tecido.
Foi depois de dois anos no Canadá,
que Letícia soube que iria ter o festival de trapézio
da América Latina e logo se inscreveu pois iria realizar
seu sonho mais antigo: conhecer o Brasil e casar com um coelho brasileiro.
Quando viu, de lá de cima do trapézio
aquele coelho caipira, todo desajeitado e risonho,
seu coração se derreteu todo:
foi amor à primeira vista!!
Em menos de cinco minutos de conversa,
eles já estavam casados
(tudo acontece muito rápido, no mundo dos coelhos!)
Letícia pediu desligamento da Companhia de Circo
e quando o festival terminou ela partiu pra chácara
do portão brasileiro onde conheceu Fernando,
os pais de Fernando, Diana, Ari, Gandú e os cães de Fernando
que por sinal já tinham acostumado com a coelhada.
Crescera correndo pelos campos de papoula e girassóis,
entre coelhos camponeses do sul da França.
Quando fez 2 meses coelhíferos
(que correspondem a 15 anos humanos)
Letícia foi pra Paris estudar dança.
Ela sabia também andar na corda bamba
de tanto treinar nos muros e nas cercas
de Malaucène.
Quando o pessoal do Cirque du Soleil
passou por Paris e conheceu Letícia
eles ficaram encantados e a convidaram
para voltar com eles para o Canadá.
Lá ela aprendeu a ser bailarina/trapezista
e também aperfeiçoou suas habilidades em tecido.
Foi depois de dois anos no Canadá,
que Letícia soube que iria ter o festival de trapézio
da América Latina e logo se inscreveu pois iria realizar
seu sonho mais antigo: conhecer o Brasil e casar com um coelho brasileiro.
Quando viu, de lá de cima do trapézio
aquele coelho caipira, todo desajeitado e risonho,
seu coração se derreteu todo:
foi amor à primeira vista!!
Em menos de cinco minutos de conversa,
eles já estavam casados
(tudo acontece muito rápido, no mundo dos coelhos!)
Letícia pediu desligamento da Companhia de Circo
e quando o festival terminou ela partiu pra chácara
do portão brasileiro onde conheceu Fernando,
os pais de Fernando, Diana, Ari, Gandú e os cães de Fernando
que por sinal já tinham acostumado com a coelhada.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Remanso encontra Letícia
Remanso nunca tinha saído da Chácara do portão brasileiro e ficou encantado com tudo que via pelo caminho: a brasília amarela do sr. Oscar, o muro cinza do Heraldo, por onde seu pai Botelho passava toda noite quando estava por aquela bandas, o boiadeiro e sua boiada pastando na área verde, o bambuzal do Tcholo, a primavera do Santa Mônica, a árvore grandona do Picão Denardi, os arbustos da Duraferro, os aviões pousando no campo de aviação, o canavial da direita e tudo mais...
A cidade então, era uma surpresa atrás da outra!
Adorou o lago e seus patos e jurou que um dia voltava pra conhecer melhor aquele lugar maravilhoso.
Chegaram ao Teatro Estadual e foram entrando pela entrada dos artistas, na lateral de frente pro Estacionamento do Marquinho.
Ao chegar no palco, onde todos os artistas aguardavam sua vez para ensaiar, Remanso foi acometido por uma espécie de paralisia. Parecia que o tempo tinha parado, não conseguia pensar e tampouco falar, tamanha era a belezia do que via.
Lá no alto, sentada em um balanço adornado por flores do campo estava a coelha mais linda que existia no mundo: Letícia, a bailarina francesa trapezista.
A cidade então, era uma surpresa atrás da outra!
Adorou o lago e seus patos e jurou que um dia voltava pra conhecer melhor aquele lugar maravilhoso.
Chegaram ao Teatro Estadual e foram entrando pela entrada dos artistas, na lateral de frente pro Estacionamento do Marquinho.
Ao chegar no palco, onde todos os artistas aguardavam sua vez para ensaiar, Remanso foi acometido por uma espécie de paralisia. Parecia que o tempo tinha parado, não conseguia pensar e tampouco falar, tamanha era a belezia do que via.
Lá no alto, sentada em um balanço adornado por flores do campo estava a coelha mais linda que existia no mundo: Letícia, a bailarina francesa trapezista.
Remanso vira trapezista
Como sempre foi e talvez sempre será, os animais crescem e ficam adultos numa velocidade muito maior que os humanos.
E assim se passou com Remanso, Fernando ainda era um bebê e Remanso já estava na adolescência, inventanto peripécias com seu balanço, dando shows pra vizinhança.
Sem professor, Remanso foi virando um trapezista por intuição.
O pai de Fernando tinha colocado o balanço de Remanso no tronco-sem-árvore que tinha no quintal e Remanso foi se tornando um ás do balanço, arrancando gritos de emoção da boca banguela de Fernando.
Certo dia, a Drinda passou por lá toda animada, é que estava tendo um festival de circo na cidade e ela queria levar o Remanso pra se apresentar.
Remanso ficou todo animado, recolheu seu trapézio/balanço e partiu com a Drinda pro Teatro Estadual de Araras.
E assim se passou com Remanso, Fernando ainda era um bebê e Remanso já estava na adolescência, inventanto peripécias com seu balanço, dando shows pra vizinhança.
Sem professor, Remanso foi virando um trapezista por intuição.
O pai de Fernando tinha colocado o balanço de Remanso no tronco-sem-árvore que tinha no quintal e Remanso foi se tornando um ás do balanço, arrancando gritos de emoção da boca banguela de Fernando.
Certo dia, a Drinda passou por lá toda animada, é que estava tendo um festival de circo na cidade e ela queria levar o Remanso pra se apresentar.
Remanso ficou todo animado, recolheu seu trapézio/balanço e partiu com a Drinda pro Teatro Estadual de Araras.
O nascimento de Remanso
Ao contrário da maioria dos coelhos, Remanso era filho único.
Diana, toda contente mandou mensagens para Botelho através das andorinhas canadenses.
É que Botelho tinha cansado de tanto calor e resolvera passar uns tempos no Alaska.
Quando as andorinhas voltassem talvez trouxessem alguma notícia de Botellho, se é que ele ainda estivesse lá.
Remanso era sossegado, tranquilo e tudo o que ele queria na vida, era ficar em seu balanço, assoviando e observando Fernando comer em seu cadeirão.
Fernando gostava muito do amigo, quanto mais ele via Remanso balançar, mais aumentava sua vontade de comer toda a papinha que a Adelina preparava.
Fernando e Remanso viviam uma vida boa de bebês e Diana achava aquilo tudo muito bom.
Diana, toda contente mandou mensagens para Botelho através das andorinhas canadenses.
É que Botelho tinha cansado de tanto calor e resolvera passar uns tempos no Alaska.
Quando as andorinhas voltassem talvez trouxessem alguma notícia de Botellho, se é que ele ainda estivesse lá.
Remanso era sossegado, tranquilo e tudo o que ele queria na vida, era ficar em seu balanço, assoviando e observando Fernando comer em seu cadeirão.
Fernando gostava muito do amigo, quanto mais ele via Remanso balançar, mais aumentava sua vontade de comer toda a papinha que a Adelina preparava.
Fernando e Remanso viviam uma vida boa de bebês e Diana achava aquilo tudo muito bom.
segunda-feira, 22 de março de 2010
O Coelho Botelho
Botelho era um coelho especial,
não parava quieto.
Um dia estava aqui, no outro, no Havaí.
Um dia gostava de cenouras
no outro milho da lavoura.
E foi numa dessas idas e vindas que ele acabou por encontrar com Diana.
Não que Fernando não tivesse contado de Botelho,
muito pelo contrário!
Fernando vivia falando do amigo coelho,
das histórias, das viagens e das malandragens de Botelho e Diana
já estava louca de curiosidade, querendo muito conhecê-lo.
Foi numa tarde de chuva fina que Botelho apareceu.
Chegou de mansinho pela porta dos fundos da cozinha de baixo.
Diana estava contando músicas e Fernando dançava balançando a cabeça
para um lado e para outro.
Botelho ficou encantado com a coelhinha, foi chegando chegando e no mesmo
dia eles se casaram.
Deste casamento nasceu Remanso, o coelho do balanço.
não parava quieto.
Um dia estava aqui, no outro, no Havaí.
Um dia gostava de cenouras
no outro milho da lavoura.
E foi numa dessas idas e vindas que ele acabou por encontrar com Diana.
Não que Fernando não tivesse contado de Botelho,
muito pelo contrário!
Fernando vivia falando do amigo coelho,
das histórias, das viagens e das malandragens de Botelho e Diana
já estava louca de curiosidade, querendo muito conhecê-lo.
Foi numa tarde de chuva fina que Botelho apareceu.
Chegou de mansinho pela porta dos fundos da cozinha de baixo.
Diana estava contando músicas e Fernando dançava balançando a cabeça
para um lado e para outro.
Botelho ficou encantado com a coelhinha, foi chegando chegando e no mesmo
dia eles se casaram.
Deste casamento nasceu Remanso, o coelho do balanço.
Diana resolve morar na chácara
No dia em que Diana iria entrar escondida no carro do pai do Fernando
pra voltar pra Praça (ela tinha visto um boleto do Bradesco na mão dele)
Fernando ficou muito triste.
Já tinha se acostumado com a amiga e não podia imaginar como seria ter que
depender dos passeios na praça para encontrá-la.
"Gugu-dadá rrrru, adá!"
Diana sabia que isso queria dizer:
"Fique aqui, minha amiga, more com a gente pra sempre!"
Não foi muito difícil convencer Diana, que já tinha se acostumado
com Ari, Tatu Gundú.
até os cães Sol, Lua e Billy já tinham aceitado a presença dela,
principalmente Billy, que gostava de rolar no chão com ela,
brincando de lutinha. Diana até fazia cócegas no cão com sua margarida!
E foi assim que Diana passou a morar na chácara da bandeira brasileira.
pra voltar pra Praça (ela tinha visto um boleto do Bradesco na mão dele)
Fernando ficou muito triste.
Já tinha se acostumado com a amiga e não podia imaginar como seria ter que
depender dos passeios na praça para encontrá-la.
"Gugu-dadá rrrru, adá!"
Diana sabia que isso queria dizer:
"Fique aqui, minha amiga, more com a gente pra sempre!"
Não foi muito difícil convencer Diana, que já tinha se acostumado
com Ari, Tatu Gundú.
até os cães Sol, Lua e Billy já tinham aceitado a presença dela,
principalmente Billy, que gostava de rolar no chão com ela,
brincando de lutinha. Diana até fazia cócegas no cão com sua margarida!
E foi assim que Diana passou a morar na chácara da bandeira brasileira.
Ari, o bem-te-vi amarelo
"Não Diana,
não é margarida
não é borboleta
é passarinho
se chama Bem-te-vi,
foi minha madrinha que mostrou pra mim!"
explicava Fernando em seu dialeto bebelêz.
Diana já sabia.
Na praça tinha bastante e o biso Lisse já tinha passado por lá
e ensinado tudo sobre pássaros pra Diana.
Biso Lisse gostava de passarinhos e gostava também de cantar:
"LidÔ, LidôÔÔ! lidolitimba, lido li timba, lido li timba!!"
Diana gostava muito de Biso Lisse que tinha casado sua filha,
com o caçula da Bisa Candelária
(que eram Sônia e Fernandão, os avós de Fernando).
O Bem-te-vi logo viu que não se tratava de uma coelha qualquer.
Com aquela margarida na mão e a sainha lilás, só podia ser alguém
muito especial, muito bacana.
Advinhou.
Diana se empolgou com o tamanho do Bem-te-vi.
"Meu nome é Ari, sou o maior bemtevi do mundo!"
Diana acreditou. Ele era grande mesmo!
Pediu pra dar uma volta pelo céu da chácara e o Ari aceitou.
Fernando ficou nervoso, não gostava dessas loucuras de Diana e
já foi reclamando com medo de acidentes.
A mãe de Fernando pensou que ele estivesse chorando e que quisesse mamar.
Mas não era.
Azar.
Fernando perdeu a volta emocionante que Diana deu nas costas do Ari.
Voaram sobre o laguinho, sobre a casa da Giulia, do Pinton, do Dú Pavan, da vó Sônia, do NIck e do Lobo e até do tio Ilan e depois pousaram de volta na chácara do portão do Brasil.
Quando Fernando voltou, gordo e cansado de tanto mamar
(ele não recusava uma boa mamada!)
Diana já estava no chão, toda contente do passeio!
não é margarida
não é borboleta
é passarinho
se chama Bem-te-vi,
foi minha madrinha que mostrou pra mim!"
explicava Fernando em seu dialeto bebelêz.
Diana já sabia.
Na praça tinha bastante e o biso Lisse já tinha passado por lá
e ensinado tudo sobre pássaros pra Diana.
Biso Lisse gostava de passarinhos e gostava também de cantar:
"LidÔ, LidôÔÔ! lidolitimba, lido li timba, lido li timba!!"
Diana gostava muito de Biso Lisse que tinha casado sua filha,
com o caçula da Bisa Candelária
(que eram Sônia e Fernandão, os avós de Fernando).
O Bem-te-vi logo viu que não se tratava de uma coelha qualquer.
Com aquela margarida na mão e a sainha lilás, só podia ser alguém
muito especial, muito bacana.
Advinhou.
Diana se empolgou com o tamanho do Bem-te-vi.
"Meu nome é Ari, sou o maior bemtevi do mundo!"
Diana acreditou. Ele era grande mesmo!
Pediu pra dar uma volta pelo céu da chácara e o Ari aceitou.
Fernando ficou nervoso, não gostava dessas loucuras de Diana e
já foi reclamando com medo de acidentes.
A mãe de Fernando pensou que ele estivesse chorando e que quisesse mamar.
Mas não era.
Azar.
Fernando perdeu a volta emocionante que Diana deu nas costas do Ari.
Voaram sobre o laguinho, sobre a casa da Giulia, do Pinton, do Dú Pavan, da vó Sônia, do NIck e do Lobo e até do tio Ilan e depois pousaram de volta na chácara do portão do Brasil.
Quando Fernando voltou, gordo e cansado de tanto mamar
(ele não recusava uma boa mamada!)
Diana já estava no chão, toda contente do passeio!
O Tatu cabeça dura
Uma outra vez que Fernando passeava na praça com seus pais de carrinho,
Diana foi rápida e entrou na parte de baixo, se escondendo no meio do cobertorzinho e do babador do amigo.
Foi assim que ela chegou até a chácara que tinha uma bandeira do Brasil pintada no portão.
Ficou quietinha no meio de uma árvore alta, pois os cães amigos de Fernando não gostavam muito de coelhos. Quando os cães foram dormir depois de terem comido bastante, Diana saiu e ficou esperando o Fernando aparecer em seu carrinho de bebê.
Não demorou muito, lá estava ele com sua mãe, passeando sob as árvores da chácara.
O telefone tocou, sua mãe se distraiu e Fernando aproveitou pra mostrar pra Diana o buraco do tatú.
Tatú gandú, que se intitulava Gurú
mas na verdade era um Brucutú
Cabeça dura
de teimoso
de burroso
vivia dando cabeçadas e se metendo em ciladas.
Foi só o Fernando mostrar que o Tatú já colocou o nariz pra fora.
Viu que tinha visita no pedaço e já quis se exibir.
Fernando ficava muito bravo quando Tatú Gandú fazia isso.
Deu umas piruetas no ar.
Correu em volta do próprio rabo umas sete vezes,
ficou tonto
e caiu de lado no chão.
Diana ria muito e Fernando chorava.
Ele não gostava que ninguém se machucasse,
até mesmo aquele bobo do TAtú, que
apesar de tudo
era seu amigo de chácara.
Diana foi rápida e entrou na parte de baixo, se escondendo no meio do cobertorzinho e do babador do amigo.
Foi assim que ela chegou até a chácara que tinha uma bandeira do Brasil pintada no portão.
Ficou quietinha no meio de uma árvore alta, pois os cães amigos de Fernando não gostavam muito de coelhos. Quando os cães foram dormir depois de terem comido bastante, Diana saiu e ficou esperando o Fernando aparecer em seu carrinho de bebê.
Não demorou muito, lá estava ele com sua mãe, passeando sob as árvores da chácara.
O telefone tocou, sua mãe se distraiu e Fernando aproveitou pra mostrar pra Diana o buraco do tatú.
Tatú gandú, que se intitulava Gurú
mas na verdade era um Brucutú
Cabeça dura
de teimoso
de burroso
vivia dando cabeçadas e se metendo em ciladas.
Foi só o Fernando mostrar que o Tatú já colocou o nariz pra fora.
Viu que tinha visita no pedaço e já quis se exibir.
Fernando ficava muito bravo quando Tatú Gandú fazia isso.
Deu umas piruetas no ar.
Correu em volta do próprio rabo umas sete vezes,
ficou tonto
e caiu de lado no chão.
Diana ria muito e Fernando chorava.
Ele não gostava que ninguém se machucasse,
até mesmo aquele bobo do TAtú, que
apesar de tudo
era seu amigo de chácara.
A borboleta amarela
A primeira aventura de Fernando e Diana se deu com o aparecimento da borboleta amarela.
Á príncipio, Diana pensou que fosse uma margarida ao vento, ela adorava margaridas e tudo que fosse amarelo ela chamava de margarida.
Aos poucos Dona Candelária foi ensinando e agora ela sabia que borboleta não era uma margarida voadora.
Mesmo assim não resistiu e apelidou a borboleta amarela de Borborida.
Fernando repitia: Rarrugú-bá.
Queria dizer Borborida, mas sua boca não obedecia.
Então, voltando à aventura:
A borboleta passou e Diana foi pulando atrás dela enquanto o Fernando dava
uns gritinhos alegres de bebê.
Diana se empolgou tanto que nem percebeu que a Borborida voava na direção da fonte luminosa e
Tchigum!
Lá se vai Diana pro fundo da água.
Ainda bem que o Yannick estava por perto e percebendo o desespero de Fernando,
correu, pulou na água e salvou Diana que saiu toda molhada.
Fernando dava gritinhos de alegria e Diana, um pouco sem graça, caiu na risada.
Chega de seguir borboletas por hoje!
Á príncipio, Diana pensou que fosse uma margarida ao vento, ela adorava margaridas e tudo que fosse amarelo ela chamava de margarida.
Aos poucos Dona Candelária foi ensinando e agora ela sabia que borboleta não era uma margarida voadora.
Mesmo assim não resistiu e apelidou a borboleta amarela de Borborida.
Fernando repitia: Rarrugú-bá.
Queria dizer Borborida, mas sua boca não obedecia.
Então, voltando à aventura:
A borboleta passou e Diana foi pulando atrás dela enquanto o Fernando dava
uns gritinhos alegres de bebê.
Diana se empolgou tanto que nem percebeu que a Borborida voava na direção da fonte luminosa e
Tchigum!
Lá se vai Diana pro fundo da água.
Ainda bem que o Yannick estava por perto e percebendo o desespero de Fernando,
correu, pulou na água e salvou Diana que saiu toda molhada.
Fernando dava gritinhos de alegria e Diana, um pouco sem graça, caiu na risada.
Chega de seguir borboletas por hoje!
sábado, 20 de março de 2010
Fernando, o primeiro amigo de Diana
Diana conhecia muitos animaizinhos,
mas ainda não sabia o que era um amigo de verdade.
Fernando era bisneto da Dona Candelária e morava muito longe da Praça.
Um dia, seus pais resolveram ir visitar a Bisa Candelária e dar uma volta
na Praça Barão.
Fernando estava no carrinho, ainda não sabia falar pois só tinha 4 meses,
mas já se comunicava por sons.
Diana entendia muito bem esses sons de bebê e ouviu quando ele a chamou pra conversar.
Com medo dos adultos, ela ficou escondida atrás de um arbusto e contou pra Fernando suas aventuras na praça, Fernando, por sua vez, contou de seus amigos da chácara, os cães, os tatús, os pássaros, os coelhos do campo que passavam por lá.
Foi uma conversa muito animada e foi assim que Fernando e Diana
ficaram muito muito amigos.
Amigos de verdade!
Juntos eles passaram vários momentos emocionantes que contaremos mais adiante.
mas ainda não sabia o que era um amigo de verdade.
Fernando era bisneto da Dona Candelária e morava muito longe da Praça.
Um dia, seus pais resolveram ir visitar a Bisa Candelária e dar uma volta
na Praça Barão.
Fernando estava no carrinho, ainda não sabia falar pois só tinha 4 meses,
mas já se comunicava por sons.
Diana entendia muito bem esses sons de bebê e ouviu quando ele a chamou pra conversar.
Com medo dos adultos, ela ficou escondida atrás de um arbusto e contou pra Fernando suas aventuras na praça, Fernando, por sua vez, contou de seus amigos da chácara, os cães, os tatús, os pássaros, os coelhos do campo que passavam por lá.
Foi uma conversa muito animada e foi assim que Fernando e Diana
ficaram muito muito amigos.
Amigos de verdade!
Juntos eles passaram vários momentos emocionantes que contaremos mais adiante.
O nascimento de Diana
Diana nasceu num dia de muito, muito frio, no oco de uma árvore,
perto do Obelisco da Praça Barão de Araras.
Sua mãe deu à luz à 12 filhotinhos de coelhos, todos cor de mel como Diana.
Diana foi a primeira a nascer e já foi chorando muito.
No começo ela não entendia que nascer dói um pouquinho e ficou muito assustada.
Depois que todos seus irmãos saíram de sua barriga, a mãe de Diana pôde abraçá-la muito e mostrar, com bastante carinho, que o Planeta Terra não era um lugar tão ruim assim, afinal de contas.
Diana foi entendendo e a cada dia ficava mais sorridente.
Quando chegou, finalmente a primavera, muitas margaridas brotaram no canteiro
ao redor da fonte luminosa perto do Coreto e foi lá que Diana colheu sua primeira margarida.
A Dona Candelária, que morava do outro lado da Praça, logo se simpatizou com Diana e fez pra ela uma sainha lilás muito muito linda.
E foi assim, segurando sempre sua margarida e usando a sainha lilás que Dona Candelária lhe fez que a coelhinha cor de caramelo se tornou:
Diana, a Coelha Bacana!
perto do Obelisco da Praça Barão de Araras.
Sua mãe deu à luz à 12 filhotinhos de coelhos, todos cor de mel como Diana.
Diana foi a primeira a nascer e já foi chorando muito.
No começo ela não entendia que nascer dói um pouquinho e ficou muito assustada.
Depois que todos seus irmãos saíram de sua barriga, a mãe de Diana pôde abraçá-la muito e mostrar, com bastante carinho, que o Planeta Terra não era um lugar tão ruim assim, afinal de contas.
Diana foi entendendo e a cada dia ficava mais sorridente.
Quando chegou, finalmente a primavera, muitas margaridas brotaram no canteiro
ao redor da fonte luminosa perto do Coreto e foi lá que Diana colheu sua primeira margarida.
A Dona Candelária, que morava do outro lado da Praça, logo se simpatizou com Diana e fez pra ela uma sainha lilás muito muito linda.
E foi assim, segurando sempre sua margarida e usando a sainha lilás que Dona Candelária lhe fez que a coelhinha cor de caramelo se tornou:
Diana, a Coelha Bacana!
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