Diana é uma coelha bacana, que tem cara de banana e gosta de chupar cana. Neste blog você irá acompanhar as principais as aventuras de nossa amiga coelha e de outros animais e personagens. São histórias coti-Dianas! espero que goste da nossa querida que sempre segura sua margarida!
domingo, 25 de janeiro de 2015
Mindi e o Mago Azul - Parte 3: Keuto em mares nunca dantes navegados
Mindi estava deitada em sua cama descansando do mundo das engrenagens quando ouviu o som do didgeridoo do Keuto e já começou a rir...
Dessa vez Keuto fez um som de monstro marinho, com uns glup glups pelo meio. Ela não entendia como ele fazia aquilo e achava tudo isso bem engraçado!
Ela desceu rapidamente a escadaria que levava para a sala e foi seguindo o som até a varanda. No canto esquerdo da varanda havia um laguinho com peixes vermelhos e plantas aquáticas e era lá mesmo que Keuto tinha sentado em posição de lótus (feito Buda ou Yogue) pra tocar seu didgeridoo).
Keuto estava bem compenetrado e ficou até meio bravo ao ver que a menina ria de seus sons. Ele se achava tocando aquilo e queria que todos ficassem sérios, admirando seu trabalho. Mas Mindi não estava nem aí e ria muito daqueles sons marinhos. Além disso a cara do Keuto estava engraçada demais! Seu formato de massinha já adquirira os contornos de uma roupa de monge e ela sabia que ele era levado da breca e que de monge não tinha nada.
Quanto mais Keuto se irritava, mais engraçados ficavam os sons! Agora, por exemplo, parecia uma discussão de baleias sobre o sentido da vida no fundo do mar.
Mindi fechou os olhos de tanto rir e quando abriu, estava em alto mar com Keuto, sendo levada por uma caravela como aquelas que os descobridores das américas usavam. Só que essa embarcação deles tinha por velas, borboletas coloridas e sua tripulação era toda composta por insetos gigantes!
O capitão era uma joaninha de chapéu de pirata, haviam libélulas, louva a deus, grilos, borboletas menores de uma cor só e até uma barata que varria o convés (“ai que nojo!”, pensou Mindi, mas logo depois fez um esforço e se libertou de seu preconceito contra as baratas).
Keuto estava radiante, ele e Mindi estavam naquele lugar lá no alto, que parece um cesto, de onde os piratas observam ao longe pra ver se vem vindo mais alguém no alto mar. De lá eles viam o barco todo e as quatro direções de horizonte das águas salgadas que os rodeavam.
De repente avistaram algo ao longe: “Terra à vistaaaa!” gritou Keuto rapidamente, com medo que a menina gritasse primeiro (ele queria sempre ser o primeiro em tudo, Mindi pensou que era mais uma coisa a ser curada pelo Mago Azul).
Os insetos ficaram alvoroçados e conforme eles se aproximaram daquelas terras, Mindi pôde se dar conta de que na verdade, não estavam no planeta Terra e sim em águas de Março, ops, águas de Marte. Em pé sobre a pedra do cais, alguns marcianos de corpo escuro e esguio faziam sinais com uma bandeira. No rasinho e nas pedras, algumas borboletas pousavam mexendo levemente as asas.
(continua no capítulo 4)
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