sábado, 27 de dezembro de 2014

Nino, o bezerro menino

Sonhei que estava numa escola diferente. Era uma escola para crianças e para animais. Os animais moravam na escola e eram alunos e professores também. Conheci lá um menino de uns quatro ou cinco anos, moreno, fofucho, nem magro nem gordo, cabelos negros, olhos de jabuticaba que brilhavam muito e um sorriso meio de lado, de gente malandra, no bom sentido. Não sei seu nome, o sonho acabou antes que eu perguntasse, mas vou chamá-lo de Nino, o bezerro. Porque, na verdade, ele não era um menino, ele era um bezerro e foi através dele que eu descobri que todas aquelas crianças que estavam na parte de fora da escola-fazenda, ao redor do lago, dos campos e dos bosques, eram na verdade, animais moradores daquele local. Ficamos muito amigos, Nino e eu. Quando ele se cansava, eu o carregava nas costas. Até um dia em que ele fez xixi em mim. Mas fazer o quê? Bezerros são assim, xixizudos sem controle!!! (continua na próxima publicação)

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